Texto Bíblico Sl. 11:3
INTRODUÇÃO
I. DESAFIO DO CASAMENTO NO SÉCULO XXI
Quando falamos de família, estamos falando de uma sociedade filantrópica sem fins lucrativos; Será mesmo está à verdade? Quando partimos dos princípios bíblicos chegaremos à conclusão que sim.
O casamento sempre foi encarado pelos cristãos como ordenança divina, expressa pelo próprio Deus. “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e será ambos uma carne” Gn. 2:24 Mas o que leva então pensar no casamento uma instituição falida?
1. Casamento sem aprovação divina
É comum nos dias que estamos vivendo ouvir falar sobre o teste drive “vamos experimentar para ver se vai dar certo”. O casamento já começa desmoronar antes mesmo de começar o alicerce. Esse tipo de experiência não possui base Bíblica, é essencialmente humana e diabólica. “Ora, o fim do mandamento é a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” 1 Tm 1:5. O amor puro que procede do coração, não explora, não infama.
Muitos jovens estão se afastando da igreja para casar fora do padrão doutrinário (bons costumes) da mesma, alegando que a igreja não tem nada haver com os seus sentimentos, alegando que Deus nos deu o livre arbítrio. Concordamos que realmente Deus nos deu o livre arbítrio, mas não podemos esquecer que teremos que dar contar da nossa escolha. “O que é já foi; e o que há de ser também já foi; e Deus pede conta do que passou” Ec. 3:15. “Vejamos outro texto: Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo” Ec. 11:9. Observamos que conforme os textos bíblicos acima, existe um padrão a ser seguido que não é definido no texto, é ai que entra os bons costumes que são regidos pela igreja. Esses padrões morais e éticos são para todas as igrejas do cristianismo (não apenas para os protestantes, como são chamados os evangélicos).
Paulo escrevendo a epistola à Timóteo Ele diz; “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” 1 Tm 4:16.
Somos jovens, uma vez apenas na vida. Perder essa oportunidade, e perder de fazer o melhor na vida, seja essa vida espiritual ou humana. É na juventude que traçamos os projetos da vida e a elaboração o projeto que vamos seguir por toda percurso que temos que fazer até a velhice chegar. “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento”; Ec. 12:1.
Mas a onde está inserida a família nesse contexto todo? Evidente que a família é sonho de todos os jovens. Todo homem quer ser pai, e toda mulher quer ser mãe. Porém, os princípios que estão sendo adotado para a família no século XXI vão aquém das recomendações acima. Dizer que a família fica longe dos bons costumes, é uma errata. A família preceder as organizações, a igreja e o estado, mas não precede as ordenanças divinas. O casamento foi planejado na pré-ciência de Deus para homens e mulheres viverem felizes e comungarem mutuamente. Completarem um aos outro pelo afeto, amor e carinho.
2. A infidelidade
A infidelidade conjugal está se tornando comum em nossos dias. Já se aceita como rotineiro, e até se pergunta quem nunca traiu. Os terapeutas familiares estão preocupados com a situação da infidelidade conjugal.
A chamada família nuclear com casamento e contrato tão respeitado nos séculos passados, vivem com problemas, ou em vias de separação que necessitam de ajudas de profissionais especializados no assunto. Gabinetes pastorais em algumas igrejas estão se transformando em verdadeiros consultórios psicológicos para atender os casais, e o pior de tudo é que muitas vezes não encontram respostas para suas indagações, dado a falta de preparo de tais ministros.
a. O que dizem os jovens a cerca disso tudo
No ano de 2000, quarenta e sete por cento dos jovens não aprovavam o casamento, mas crescia a opção por morar junto assustadoramente que chegou a numero em cada três casais, apenas dois tem compromissos legais firmados tanto civis como religioso.
No Brasil, na década de 50, eram cinqüenta mil pessoas morando juntas. Na década 60, esses numeram pulou para quatrocentas mil pessoas, chegando à década de 80 com assustador numero de Dois Milhões que moram juntas sem compromissos legais.
b. Falta de confiança nas pessoas
A falta de confiança tem sido o maior obstáculo para os jovens encontrar a pessoa Certa para compromisso duradouro, o que se caracteriza a opção por morar junto. Porém, isso traz algumas conseqüências inevitáveis conforme os terapeutas.
1. Viver sozinho traz solidão.
2. Viver sozinho traz medo.
3. Viver sozinho traz insegurança
Essas são algumas causas mais freqüentes para uma vida a sós.
c. Companheirismo eventual
Ele não preenche o vazio que só o matrimônio faz. O homem e a mulher
precisa de Companheirismo que lhe de confiança, segurança e instabilidade,
tanto na vida emocional, profissional e religioso. Fora disso, a vida conjugal.
fica como um barquinho sem leme a derivar no mar da vida, sem saber a onde.
chegar.
3. A Sindiásmica
A família sidiásmica, e aquela que tem a esposa (o) favorita (o) com convivência com outra parceira (o) ao mesmo tempo, ou seja, com adultério arbitrariamente reconhecido por ambos, parecendo que tudo está bem, mas por traz disso há culpa, repugnação não reconhecida pelo próprio individuo. Precisamos ter cuidado para não misturar as coisas. O casamento é monogâmico e a família é uma só, desde as menores até as maiores clãs. Porém, a sociedade moderna desnutrida de sentimentos espirituais não está atenta a isso.
O casamento não é apenas um consorcio, e nem a família apenas um agregado de pessoas, seja ela nuclear ou externa, mas, uma união de marido e esposa comprometida com a prole.
2. MUDANÇA DO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE MODERNA
1. O que isso afetou:
É tarefa urgente de família tornar-se consciente da realidade da mudança do papel da mulher.
O inicio do grande mudança no papel feminino, ocorreu ainda no século passado (século XX), e se deve a dois eventos básicos:
a. Direito político de voto
Em 1920 no EUA, a mulher ganhou o direito de votar e ser votada.
Em 1932, foi a vez de Brasil conceder também esse direito a mulher.
b. O direito e decisão de procriação
A mulher toma consciência que é dona de seu corpo, e não apenas um objeto.
de prazer o homem.
Com a descoberta das pílulas anticoncepcionais, o papel da mulher submissa e procriadora foi modificado no casamento. As idéias velhas foram renovadas. Com essa mudança do papel da mulher, a família começa a perder parte de sua estrutura.
Assim nos resta perguntar: o que a mulher está esperando do homem, e o que o
homem está esperando da mulher? Essa inversão de valores, não parece, mas
mudou o conceito de família.
A educação dos filhos poderá ser afetada com essas mudanças, se o casal não souber administrar bem essa situação.
É dentro do Lar (família) que os filhos terão suas primeiras bases estruturais e suas responsabilidades construídas e valores éticos e morais como futuros homens e mulheres. Se fracassar nesse ponto, será difícil construir o futuro. “Se a base está destruída, que poderá fazer o Justo?” Sl. 11:3.
Já que a sociedade e instituições educativas não estão preocupadas com esse tema, é preciso nós, famílias constituídas preocuparmos. Aqui, o que deve ficar bem claro e que pais e mães são os educadores e formadores básicos do contingente humano que se renova a cada geração. “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”. Pv. 22:6.
c. Quanto ao homem
A mudança do papel da mulher também modificou o papel do homem.
O homem passou a ser competidor do sexo feminino. A figura do homem marido passou a ter menos importância para a mulher, porque ela conquistou em parte a sua independência, o que abriu caminho para certas atitudes perigosas que veremos logo mais. Em nenhum ponto queremos defender o machismo, mas somente apresentarmos o padrão bíblico para o homem e para mulher do século vinte e um.
2. Mudança no papel sexual
As meninas estão sendo precocemente preparadas para aspirarem profissões que
possam torná-las independente economicamente e em todos os aspectos da vida.
Há uma despreocupação pedagógica, que da família, que da escola, para desenvolve habilidades que são úteis na vida familiar, o campo em que, ainda, é a mulher que terá que se dar integralmente. Por quê? Porque os filhos pequenos necessitam e não está havendo educação coerente para o papel de ser mãe.
Temos percebido que a fusão da mulher e do homem dentro e fora do lar está muito confusa. Há mais competição desenfreada do que harmonia de trabalho cooperativo.
O estereótipo do marido do marido cansando que chega em CANASADO está contaminando a mulher que trabalha fora. No entanto, casa e filhos estão lá para serem cuidados.
Com a mudança do papel sexual, a mulher precisa solicitar auxilio de estranho para cuidar dos filhos. Assim aquela intimidade de mãe no crescimento dos filhos vai se perdendo á medida que os filhos vão ficando adultos, criando distanciamento no papel da maternidade que só a mãe pode dar.
Os filhos que estão chegando ao século XXI, estão sendo educados por babas eletrônicas (televisão).
Quando esses são colocados em creches, crescem como filhos que só tem o lar com dormitórios.
Assim, as crianças são colocadas precocemente na escola, e aprende de certas agressividades, diferente da conduta que deveria ser ensinada em casa. A menina tanto quanto o menino, antes de ter papeis familiares definidos e organizados, passam a confrontar o que a mãe diz ou pede, com o que a tia (professora) dize ou pede, com o que a amiguinha também faz.
A sexualidade feminina passou a ser mais machista, do que mesmo ocupar e desenvolver o seu papel de mulher, mãe e esposa.
A mulher precisa ter qualidade, das quais, depende a felicidade do lar.
3. AUTORIDADE DO MARIDO COMPROMETIDA
1. Marido a cabeça.
“porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é”.
a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo”. Ef. 5:23.
Quando falamos do marido cabeça, logo passa pela mente das mulheres, um machista cheio de autoridade e mandão, e o marido estufa o peito, e cheio de orgulho compromete a submissão da mulher a si como líder da família.
Lançaremos mão de recurso psicológico para melhor esclarecer o assunto tão polemico para os casais do Século XXI.
a. O Casamento normal.
É a união amorosa, inclusive sexual, que permite adaptações contínua nos mais diversos graus, estabelecendo interesse e concessões mútua ao longo da vida de um casal conjugal. Essas adaptações jamais poderão ser iguais fora do casamento. No casamento normal, essas concessões não significam humilhação perda de poder ou ameaças para os cônjuges. Na sociedade, fora do casamento, essas concessões são impossíveis porque o individuo poderia ser pisado ou ameaçado de destruição. No plano individual, vamos citar uma definição de Freud: “A pessoa normal é aquela capaz de amar e trabalhar juntas”. Assim. Concluímos que, o marido cabeça, não significa subjugar a mulher à obediência escrava, cega e absoluta, sem reconhecer os seus direitos, necessidades e limites.
b. Casamento neurótico.
Nesse tipo de casamento, partindo de certas interpretações concluímos que, é aquele casamento onde a concessão mutua são inibidas, impedidas e até mesma bloqueadas por simples razões pessoas ou sociais, ou talvez por influencias familiares. Aqui, a submissão de um ao outro, ou da mulher ao marido são destruídas por certas influencias ao longo da existência conjugal.
Do outro lado, temos o casal Conjugal, que é uma estrutura que resulta do “equilíbrio de forças de coesão e dissociação”. Essa evolução de equilíbrio de forças, que se processa em função do tempo, é que constitui a dinâmica do casamento e seu ajustamento em nível normal. É interessante notar que o estado neurótico de certo casamentos, nem sempre impe a duração do mesmo. Talvez seja a causa da existência. É claro que isso não fica bem para as famílias cristãs, mas é um meio de explicar por que alguém em meio a tantas atrocidades em determinados lares, ainda continua juntas. Como se diz o provérbio popular, “marido e mulher, são os únicos inimigos que dormem juntos”. Assim, entendemos melhor essa situação.
c. Entendendo o casamento conjugal.
Ao falar em casal, estamos falando de uma entidade concreta e não abstrata, mas uma espécie de sociedade homogenia.
É esse casal que estabelece uma estrutura que contem vínculos, sendo esse vínculo mais que um elemento conector, ele se passa e se estrutura dentro do espírito de cada um dos cônjuges. Para que isso aconteça, é necessário que exista um acordo entre os dois “Eu”, para que permita organizar um Espaço-Temporal, isto é, vida comum cotidiana, um projeto futuro, uma tendência monogâmica e relações sexuais consentidas, cria assim, o compartilhamento conjugal, que resulta em uma transformação profunda, conhecido em psicologia como objeto-casal de cada um em objeto-casal-compartilhado. Cada casal é único com sua dinâmica própria. O compartilhamento é fruto inicial da fascinação da ilusão amorosa que se desenvolve durante o período de namoro e noivado e que irá se transformando ao longo do convívio íntimo em fascinação do vinculo por ele mesmo, criando o compartilhamento.
Todo ajustamento deverá ser feito por ambos os cônjuges, às vezes difíceis e mesmo dolorosa, mas necessariamente esperado.
De tudo que até aqui falamos, tentamos explicar o que significa ser o marido cabeça. Em todos os aspectos do casamento, a família é constituída sobre uma única base: amor mútuo e consentimento coeso. Fora desse padrão, a submissão da mulher do Século XXI, torna quase impossível.
Eis algumas forças de coesão, tanto externa com interna, que torna a submissão agradável.
1. Atração poderosa entre os sexos, que é biológico.
2. Amor: uma necessidade humana fundamento e vital, que é psicológico.
3. Fidelidade
4. Sinceridade e transparência
5. Lucidez (clareza, brilho).
6. Sentimento de responsabilidade.
Quando esses fatores não existem no casamento, não poderá haver submissão.
Para a solidez e duração da união conjugal, tão necessário no Século XXI, o caminho amizade-amor, é mais seguro. Amizade-amor, é um sentimento agradável, não cria temor. A interpretação psicológica cria gostos comuns, afinidades em diversos planos, centro de interesse e terreno de entendimento comum, tornando possível encontrar-se “fora da cama”. Assim entendemos que, a interpretação física e psicológica é necessária para a união duradoura. Ninguém se basta a si mesmo, “a dois” se reforçam e criam um espaço interno comum, que determina a compreensão um do outro. Valorizar-se é elemento necessário para melhor desenvolver a amizade, lastro que permite suportar, a dois as dificuldades da vida matrimonial e da vida em geral, criando assim, a submissão mutua sem constrangimento e constrangimento.
A luz da bíblia sagrada cabe ao marido ser amante, e a esposa ser amada. Se quereres, a submissão da esposa, antão ame-a primeiro, de afeto e carinho. Amizades e companheirismo e colherá submissão voluntária, entrega sem resolução.
2. Disciplina financeira
A conquista de independência da mulher afetou a disciplina financeira do casal. Antes, aquela esposa que administrava as finanças do esposo no cotidiano do lar, agora ela passa administrar as suas próprias finanças. Quando isso ocorre com transparência, aberturas e honestidade transformam em benção, mas nem sempre isso acontece.
Os casais devem evitar pressionar individualmente um ao outro insistindo em aquisição desnecessário que levarão ao sofrimento. A Bíblia afirma que nem tido consiste em abundancia de bens (Lc 2.15).
O Século XXI está marcado pelo consumismo. A propaganda enganosa, as ofertas tentadoras e a facilitação de crédito têm levado muitas famílias à falência. Pessoas obcecadas por marca e etiquetas, quando o produto é os mesmo nas lojas comum.
O marido acaba perdendo o controle sobre o lar, quando as finanças são mal administradas, influenciando assim ate mesmo os eu comportamento, levando-o a estresses comprometendo a produtividade pessoal em todas as áreas d sua vida.
Quando isso acontece, quase sempre o esposo aba por assumir liderança que caberia muito bem a esposa, criando desta forma certas incompatibilidades no lar que pode levar as desavenças irreparáveis.
E. O marido e o exercício da comunicação.
A comunicação que parte do esposo é fundamental para o relacionamento compartilhado e conjugado, começando pelo evento do dia a dia.
“Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade”.
Rm. 12:13
Por mais que lutamos por paz, sempre teremos tempo de conflitos e lutas, perseguições, e diante de tudo isso podem se cambalear e até cair. É nesse momento que precisamos um do outros e a comunicação se torna importante.
Como já déssemos à lucidez a confiança e transparecia se fará necessário para o bom entendimento do casal.
O perdão é a peça fundamental para o casamento feliz. Onde não há espaço para o perdão, dificilmente haverá casamento duradouro.
O Século XXI está marcado pela correia. Faz-se viagem à longa distancia em poucos minutos. O tempo é o elemento mais importante na economia do mundo, mas tem sido uma desgraça na família. O pai não tem mais tempo para os filhos, ou vice versa, e quando surge o problema quase sempre pai e mãe não estão juntos para conversar.
A conservação de um bom casamento, entretanto, requer uma discussão razoável e de mente aberta sobre a indiferença, e disposição para ser o menor importante e o de menor razão. A concessão em amor e o caminho para a solução de conflitos.
Através da comunicação inteligente e do respeito pelas convicções e sentimento da outra pessoa, o problema pode ser livremente discutido e resolvido, se é que havia um.
Nós homens, devemos reconhecer a igualdade da mulher, não só em sua criação, mas também em sua responsabilidade em obedecer a Deus. Ambos, homem e mulher, têm a mesma responsabilidade de fazer a vontade do Senhor, e ambos sofreram as conseqüências de seu julgamento pela falha em razão de fazê-lo.
Nunca esqueça que ao homem foi dada a posição central, a posição de suportar. Dele era e é a responsabilidade de suprir as necessidades. A mulher é companheira auxiliar, e juntos devem honrar a Deus o nosso senhor, sem grau de superioridade, mas sim, de respeito mútuo e consentimentos de ambas as partes.
Todo casal, poderá ter um espaço em seu dia para realizar a tarefa de comunicar, mas infelizmente muitos têm sido os obstáculos para impedir que junto façamos até mesmo uma oração. Temos mais tempo para ficamos na frente do aparelho de televisão, do que passarmos juntos uma hora na mesa. A família do Século XXI está marca pela falta de tempo, ou, alias tempo mal administrado. A Bíblia, o livro sagrado do cristianismo nos ensina a remir o tempo:
“Remindo o tempo, porquanto os dias são maus”.
Ef 5:16
Cabe a cada um na plena velocidade desta vida, organizar a agenda, fazer compromisso. Mas nunca esquecer que a família tem primazia ocupando o lugar de destaque em todo o tempo.
4. JUVENTUDE E ADOLESCENTE DO SÚCULO XXI
1. Geração decadente.
Estamos vivendo o sodomismo sem limite. Os dias de Sodoma e Gomorra estão caindo sobre nós. A expressão Bíblia para isso muito pesado para os ouvidos daqueles que não temem a Deus. O seu juízo é iminente, é o rigor muito maior.
“Porém eu vos digo que haverá menos rigor para os de Sodoma”,
“No Dia do Juízo, do que para ti”.
Mateus 11:24
O governo do México, na década de 80, expulsou uma companhia teatral estrangeira, cancelou assim uma exibição imoral intitulada Hair, na qual os atores apareciam totalmente nus, homens e mulheres junto.
Vivemos atualmente em uma cultura obcecada pelo sexo. As empresas de publicidade aproveitam essa força para atrair o publico e vender os seus produtos. As propagandas e os painéis de ruas insinuam. Não é preciso ir a uma casa de prostituição para ver o sexo explicito sem puder e castidade. Basta ligar a televisão ou entramos em algum site da internet. Centenas de paginas serão abertas. Com simples cadastro e uma senha, o mundo do sexo estará a sua frente. Assim, ocorre o endurecimento do coração do jovem, a perca da virtude e da sensibilidade moral. O caminho do jovem vai cada dia mais ficando corrompido. Diante de tamanha e alastra calamidade, a bíblia foi colocada na estante e esquecida para ser empoeirada. No entanto veja a recomendação:
“Como purificará o jovem o seu caminho”? Observando-o
“conforme a tua palavra”. Sl. 119:9
Essa geração em decadência, traz em si um único resultado; falta de temor. Os jovens perderam o temor do Senhor. Rui Barboza escreveu “O homem ri da honra e tem vergonha de ser honesto” ser virgem hoje é vergonhoso, mas falar abertamente da sua perca é aceitavelmente correto. A falta de temor conduz a tolice;
“O temor do senhor é o principio do saber”. Pv. 1:7
O mundo atual sorri com “tolerância” de nossas convicções cristãs. É um fato inegável que nós, cristão, somos responsáveis, perante nossa geração e especialmente perante os jovens. É indispensável que nós tomemos a iniciativa de muda o curso dessa história no Século XXI.
2. A pornografia liberada ao alcance de todos.
Se paga mais barato por uma revista pornográfica, do que mesmo por uma revista da Escola Dominical, enquanto tais revistas bíblicas poderiam ser doadas em nossas igrejas e até mesmo em lugares publico como fazem algumas seitas. Infelizmente essa é a grande verdade “estamos de olho fechado”. Que Deus tenha misericórdia da igreja do Século XXI.
No teatro e no cinema, as revistas as melodias, tudo parece fazer parte de uma conspiração, por traz da qual está Satanás, o ladrão da virtude da raça humana. Estão publicando matéria sugestiva ao alcance de todas as idades e faixa econômica. Há até firma que exploram a curiosidade das crianças, enviando pelo correio fotos obscenas.
3. A mente jovem do Século XXI
Nós sabemos que tudo começa na mente. Tudo que vemos passa pela mente. Nada escapa da lente poderosa dos olhos, que então conduz a mente e depois desce ao coração. Todo pecado começa na mente. Satanás não poder colar nada em nossa mente, mas pode influenciá-la através da imagem. A mente pode envaidecer-se e endurecer o coração.
E os filhos são de semblante duro e obstinados de coração; eu.
Envio-te a eles, e lhes dirás: Assim diz o Senhor JEOVÁ.
Ezequiel 2:4
No tempo de Ezequiel já conhecia esse coração. Como será o coração dos homens atual?
Nas escolas e universidades, as funções de conhecimentos e criatividades da mente são desenvolvidas cada com mais velocidade; mas sua função moral ficou paralisada. Essa é a calamidade do Século XXI. Deus disse:
Sobre tudo que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Pv. 4:23
4. Adultero, sexo e droga – A Fantasia do Século.
Em todos os tempos o adultério, o sexo e a droga tiveram primazia na vida da juventude, mas não tão liberada e incentivada como nos dias atuais. Os preservativos, as seringues para cocaína e cachimbo para usar o craque, são distribuídos gratuitamente nas ruas de nossas cidades por ocasião de carnaval, dizendo que isso é educativo e preventivo. Eu digo, é a educação para a morte, e a prevenção que abre as portas do reino infernal. Todas as classes sociais estão contaminadas por esses argente do inferno que sem o menor senso de responsabilidade denigre os valores morais da sociedade.
O adultero estás alastrado com mentira nas novelas que são expostas aos filhos por meio da televisão, fazendo assim que a deslealdade e a infidelidade se tornem normal dentro do casamento conforme já falamos capítulo anterior da “Sindiásmica”.
O uso da droga no meio estudantil demonstra a decadência moral de nossa geração.
Ela é aceita passivelmente, sem levar em conta a sua causa e miséria no futuro. O único remédio para essa corrupção é Jesus. Mas quem irá? Estamos mais preocupados em encher púlpitos do que na evangelização desses. Milhões no mundo estão correndo da religião para os psicólogos, e daí para a psiquiatria. A Igreja não está equipada desses profissionais, mas deveria sim estar equipada com sábios conselheiros e mestres amorosos, e não de neófitos que foram empurrados para o ministério por amizades e coleguismos, ou por aposentados para não serem onerosos ao cofre da igreja.
5. Perversão na atualidade
Os grandes e gigantes impérios como os egípcios babilônios e romanos vieram ao chão, desmoronaram por causa de perversão moral. A bíblia nos mostra que o juízo de Deus esta reservado para o pervertido como para quem imprudentemente o desculpa sem que exija arrependimento e conversão. Paulo escrevendo aos irmãos romanos afirma:
“Ora, conhecendo ele a sentença de Deus, de que são passiveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as que fazem, mas também aprova os que assim procedem”. Rm 1:32
Isso em nada surpreende o Deus, porque Paulo a dois mil anos já advertia seu amigo jovem Timóteo:
“Sabe, porém, que nos últimos dias sobrevirão dias difíceis, pois os homens serão egoísta, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si mesmo, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, antes amigos dos prazeres que amigo de Deus” 2 Tm 3:-4.
A família do Século XXI está fadada ao fracasso se não despertamos a tempo. Igreja em um todo deve se preocupar mais com as famílias, fazer mais encontros, buscar mais orientações para nossos membros, dispor de departamentos para aconselhamentos em geral, porque muitos estão buscando solução em chafariz contaminado e fontes não seguras.
CONCLUSÃO
Ao encerrar este pequeno estudo, estou convicto que Deus nos fará entender melhor as necessidades de nossas famílias na igreja. Sim a família do Século XXI que passa por turbulência sem piloto no comando dessa importante aeronave chamas “família”. Somos os orientadores que Deus quer usar. Façamos como Isaias “Eis me aqui, envia-me a mim”.
Amem
Pb. Jaime Bergamim
Campina Grande do Sul 011207
sábado, 24 de abril de 2010
- A FAMÍLIA EM TODA OS TEMPOS
A FAMÍLIA EM QUATRO GERAÇÕES
Corrigido
Texto Bíblico
Gn. 2.2.24
Sl. 128.4-6
INTRODUÇÃO
A família é muito mais amplo do que aquilo que conhecemos. A família atual não é diferente da do Antigo testamento, mudando apenas em alguns aspectos.
A influência do contexto cultural, as vezes pode mudar alguns aspectos, mas nunca a sua finalidade.
Neste estudo nós vamos estudar as família em quatro gerações; A geração passada, a geração presente incluindo a geração que está chegando e a geração que está passando.
Nunca devemos esquecer que se há temas que nunca perdem atualidade, sem dúvida um deles é a família .
Essa instituição chamada família, no fim do século XX sofreu profundas mudanças, alias, ela sempre sofreu profundas mudanças e transformações ao longo de toda a história da humanidade, refletindo a nossa imagem de família.
I – A FAMÍLA NA GERAÇÃO PASSADA
1 – Os dois gêneros de texto completamente sobre a família, na geração
passado.
a- Texto mítico (devoto ou religioso) para a geração passada
Temos nestes texto, como por exemplo, Gn cp 01 e 02, tempo da narração da historia religiosa da criação e formação da primeira família. No entanto no capitulo quatro de Gênesis, nós vemos o principio da constituição familiar, com a existência já do casal, e nascimento de de Caim e Abel.
Esse tempo remonta a 4000 anos que abrange a vida semi-nómoda, tempo esse que não existia o estado, não existiu as organizações como atual, ou mesmo algumas do tempo passado, onde a agricultura era sedentária ( sem muito êxito, lenta).
Nesse período nós encontramos a família na geração passada que dava o primeiro passo para as futuras famílias que em Hb é mishpahah, significando: tribo, clã ou povos,( ver Js 7.14-18) dando assim o que chamamos hoje de famílias organizadas.
A família na geração passada era inteiramente patriarcal. O pai era o senhor absoluto, decidindo até mesmo se o filho deveria viver ou não nos casos de desobediência, Lv 20.9 ; Pv 20.20 e Ex21.15. Especialmente o Texto de Ex. 21.15 que Diz: O que ferir seu pai e sua mãe certamente morrerá.
Todavia podemos aqui dizer com certeza que a família foi de suma importância na organização das sociedades do Antigo testamento
b- Texto de legislação para a geração passada
Os textos de legislação são os texto que tratam das Leis, o seja, propriamente dito os Dez Mandamentos, que prescrevem determinados comportamentos em que deveria viver a família, uma vez que os Dez mandamentos foi dados como lei para regimento da nação. Embora que nem todo os Dez Mandamento se refere propriamente a família.
Ao longo do tempo e em cada época alguns dos texto bíblico foi alterado ao que se considerava aceitável ou não, sendo que em cada época o povo de Israel encontrava maneira diferente de estruturar a família, não se trata de nós hoje de simplesmente copiarmos esses modelos, como se fosse eternamente válido para nossos dias.
É interessante agora, procurarmos saber como em cada época e em cada modelo de família se procurava servir a fé em Deus, isso sim, é o bastante para conhecermos a verdadeira estrutura família na geração passada.
O Seu modelo de fé, no obstante, deve ser o modelo para as demais famílias em todas as épocas, não desprezando as leis legislativa, tanto nos padrões bíblicos como nos padrões do Estado, uma vez que infringirmos uma lei estaremos cometendo pecado, desde que essa lei esteja dentro de um comportamento ético e moral ela é perfeitamente aceitável como regra e conduta de uma organização Estadual ou Federal. Como poderíamos afirma que a família é a base da sociedade se não vivermos em harmonias com as leis que a rege? Isso seria um absurdo.
Condições que nos ajudam a entender a legislação No AT.
Conceito de pai na legislação da família passada:
A Palavra “Ab” é termo para estudo profundo, ele é usado para referir não semente ao pai, mas também ao avô e aos antepassados notáveis, como por exemplo, Pai Abraão, filho de Davi, raiz de Gesse.
O pai cumpria as obrigações sacerdotais. Religião e a família estavam amarradas com as mesmas fibras da Lei de Deus e da Legislação. Como acontecia em outros grupos humanos ao redor, entre os hebreus o pai além de sacerdote, era aquele que vigiava as relações entre as pessoas de sua casa e Deus, Jó 1.5.
Conceito da Fertilidade
A - Era considerada a essência da promessa divina ao povo de Deus, nesse caso o que dizia a lei que legislava esse conceito? Se um homem casado morria sem deixar filhos, seu irmão tinha a obrigação de casar com a viúva a fim de dar continuidade a descendência do irmão falecido, Dt. 25.5-10. Essa legislação obrigava a perpetuação da família e a memória do falecido
B – A mulher estéril podia dar sua escrava ao marido, para que essa desse filho ao marido, Gn. 30.1-13. Isso era perfeitamente aceitável dentro da legislação da família no passado, no entanto isso não se pactua como sendo uma lei divina, mas a legislação da época dava esse direito, o que era tolerado por Deus dentro da cultura da época.
Outrossim, a esterilidade no conceito da família antiga, era considerado como maldição, por esse motivo, toda mulher desejava ser mãe, como nós vemos no caso de Ana conforme o registro de Sm 1.1-8.
Ainda em nossos dias a chegada de um filho é festejado por toda a família, principalmente quando é o primeiro filho do casal.
O Lar sem filho é encarado com que falta algo, e isso traz uma certa infelicidade para o casal, não quer dizer que o casal não é feliz, o que queremos dizer, é que o filho completa a felicidade do casal.
O belo exemplo de Elcana, quando disse a Ana: I Sm. 1.8 “Não te sou eu melhor do que dez filhos?
Feliz é a esposa que por alguns motivos alheios a sua vontade, não pode ter filhos, mas que tem um esposo compreensivo, tal como Elcana.
Em nosso tempo a esterilidade é encarado pelo povo cristão sem nenhum problema quanto a sua comunhão com Deus, o que no passado era diferente, mas a graça de Cristo nos remiu de toda maldição. Podemos ser feliz, mesmo com a madre cerrada. Porém, se você não se sente feliz dessa forma, e a medicina diz que não tem jeito, busque de Deus solução, aconselhe com o seu pastor quanto a outras alternativas, como por exemplo, adotar uma criança, o que não tão simples como muitos pensam.
C – As crianças estavam inseridas na família como aliança de Deus com Israel.
1- O menino era circuncidado ao oitavo dia de vida
2- As crianças eram instruídas na Lei pelo pai no cotidiano do lar, Dt. 6.4-9
3- As crianças participavam nas celebrações da páscoa, sem nenhum problema, bem com as demais festividades religiosas
4- A obediência era ponto primordial aos pais e aos mestres
5- A disciplina como base da hierarquia, era imposta pela vara e o castigo corporal para disciplinar a criança – Pv 13.24 e Pv 22.15.
Observação:
Queremos aqui fazer uma alerta quanto ao uso da vara. A palavra expressa como castigar em PV 13.24, refere sim, como: advertir, admoestar, fazer sofre, aplicar castigo, dar castigo. Em outra versão encontramos a palavra fustigar com a vara. A palavra fustigar, tem sentido de açoitar, castigar, maltratar, estimular e excitar, porém, o maior sentido para a correção da criança com amor e carinho quer dizer: Bater com algo flexível que não deixe hematomas ou machas, isso é afugentar.
D – A condição da mulher na família passada
A mulher tinha poucos privilégios ou quase nada, tanto em sociedade como em família
1 – A solteira vivia sob a tutela do pai ou de um guardião
2 – Era tratada como prenda de valor, sendo comprada pelo seu futuro
esposo.
3 – Poderia ser vendida como escravas – Ex. 21.7 – Se alguém vender
Sua filha por serva, não sairá como saem os servos
4 – Por normas só os filhos do sexo masculino poderia receber herança,
o filho mais velho tinha direito da maior porção.
E – Acordo nupcial
No compromisso nupcial, o casal trocavam anéis ou braceletas, contrato esse firmado entre duas testemunhas
- A moça era paga
- Em troca o pai da noiva dava um dote, que poderia ser serventes, presentes ou dinheiro.
Conceito gerais na família passada
A pesar de ser uma família patriarcal, há texto bíblicos que mostra tanto o pai quanto a mãe em um mesmo plano; Gn 1.26-27 - na criação e perpetuação da raça, Ex 20.12 – a honra ao pai e mãe, Jz. 5.7 – “Até que me levantei por mãe em Israel”.A juíza que se levantou por mãe a Israel (Débora), Pv. 1.8 – Ouvi a doutrina do pai, e não deixar a correção da mãe, Pv. 6.20 – Ouvi o mandamento do pai e não deixar a lei da mãe.
No entanto meus amados, na família passada ouvem desvio da fé, tanto quanto temos em nossos dias. Muitos profetas do Antigo Testamento levantaram a voz para fazer o povo de Deus voltar a uma relação familiar bem sucedida, como parte integrante de seu compromisso com Deus.
A família passada, os seus bons exemplos devem ser seguidos pela demais famílias em todas as gerações
II – A FAMÍLIA NA GERAÇÃO PRESENTE
Junto com a família na geração presente, está incluído a geração que esta chegando.
Na família da Geração passada, poderíamos ter estudado as Seis característica da família hebraica, ou da família do Antigo Testamento, no entanto não vamos deixar passar por desapercebido, pois vamos considerar as vantagens dessas seis características na famílias presente, que é a família atual.
Nós, ou eu em particular, creio que a família presente perdeu muitas das suas características, tanto espiritual quanto material, valendo observar que são valores importantes foram perdendo ao longo dos tempos, mas que poderemos reavê-los, uma vez que os princípios bíblico não alteraram, e nem perderam o seu valor.
No antigo testamento ou geração passada, nós encontramos seis característica da família, que são: Uma família alargada (clã), uma família patriarcal, a família endógama, a família patrilinear, a família patrilocal, e a família polígama. Todas essas família formavam a família patriarcal.
1 - A família alargada, ou clã
Essa família trata-se de uma atividade econômica, que incluía escravos e assalariados, dessa família fazia parte dezenas e até centenas de pessoas que residiam numa ou vários aldeias. Entre os membros desta família praticava a solidariedade.
Como incluir a família presente no quadro de família alargada: Vejamos como isso enquadra num princípio puramente cristão.
a- A solidariedade deve ser a marca registrada de todos os salvos.
Paulo escrevendo aos nossos irmão de Efésios 2.19 – “Assim que já não sois estrangeiros, mas concidadãos santos e família de Deus”.
Nesta família chamada família de Deus, o amor é o principio duradouro e conservador da família alargada, onde não pode haver discriminação, não pode haver desunião, onde a solidariedade,ou seja, compartilhar do sofrimento do irmão faz parte de vida de cada um que compõe a família dos Santos, e família de Deus.
A família atual precisa compreender que a fonte principal de seu êxito está no amor que vive um para com os outros, baseado na união cristã que nos foi revelado na cruz pelo sangue de Cristo.
O livro dos Salmos 133.1 “Hó quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”, e no Salmo 100.1, todos são convidados a louvar o Senhor. “Celebrai com jubilo ao Senhor, todos os moradores da terra”.
Nós dissemos no inicio desse capitulo, que a família atual perdeu alguns valores, mas que podemos reavê-los”:
b- Vivam em união
Viver em união é um valor que algumas famílias atuais perderam. Lares em desavenças, onde o pai não entende o filho, o marido não entende a esposa e a esposa não entende o filho. Parecem até que estão vivendo num inferninho debaixo de um teto chamado lar. Esse valor precisa ser resgatado a qualquer custo, pois a falta de união tem sido a causa de muitas desavenças na família que quase sempre termina com a separação dos cônjuges.Com isso a família alargada perde duas vezes: primeiro desfazendo a estrutura do lar, e segundo a estrutura da família de Deus composta por membros em todas tempos e lugares, línguas, povos, etnias e culturas. Não importa a cultura que essa família vive, o importante é que o amor, a união e a solidariedade estejam presente.
c- Percas materiais da família alargada, nos tempos atuais l
Como observamos que essa família no Antigo testamento formava uma clã, tendo em vista a família patriarcal, onde o pai era absoluto. Nos dias que vivemos isso parece ser antiquadro, porque o pai perdeu essa autoridade sobre a família, onde o individualismo está imperando. Quase sempre o pai é o último a ser consultado, sendo ele o senhor do lar. O individualismo em que as pessoas formam para si, trouxe falta de submissão ao senhor do lar, e esse o pai.
O individualismo deve ser combatido com a palavra de Deus, conforme registrado em Dt. 4.10b – “......Ajunta me este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, e apreendê-las-ão, para me temerem todos os dias que na terra viverem, e as ensinarão a seus filhos.
Três princípios precisamos observar aqui para acabarmos com o individualismo.
1- Ajunta me este povo
Esse ajuntamento trata sim de uma reunião onde todos estarão unidos, num só pensamento. Nesse ajuntamento haverá um propósito, é disso que a família atual precisa. Reunião familiar, diálogo franco. Sem ajuntamento os princípios da família alargada perdiam no tempo, pois toda as vezes que Israel distanciou do Senhor, os efeitos foram funestos.
O pecado só será extirpado do meio da família quando houver ajuntamento da parte de Deus. Js. 7.16 – “Então, se levantou Josué de madrugada a fez chegar Israel (ajuntou) segundo as suas tribos ...”.
Se alguma coisa esta errado em sua família, ajunta-os para uma reunião de oração, para uma palavra. Com certeza Acã estava disperso quando cometeu tamanho erro.
2 – Ouvir as minhas palavras, e aprendê-las
Depois de ajuntado, o segundo passo é fazer ouvir a palavra de Deus. O pai de família o sacerdote do lar, deve ser instrutor do filhos e da família de um modo geral. O maior erro hoje é não termos tempo para ajuntar e fazer ouvir a palavra de Deus.
3 – Para me temerem todos os dias
O temor do Senhor é o princípio da sabedoria (ciência). Na casa de Deus, nós temos a família alargada que deve está reunida ou ajuntada, para ouvir, para temer a Deus. A Primeira família do cristianismo a receber o batismo com Espírito Santo está registrada em Atos 2.1 onde diz: “Estavam todos reunidos no mesmo lugar.
Nós temos tempo para tudo, menos para reunirmos com a família. Quando não se reuni, não há comunhão, se não há comunhão, não há ensinamento para temor. Deus está em busca de famílias temente.
4 – As ensinarão a seus filho.
A Moisés coube reunir o povo e ensinar. Havia ali uma grande família, uma vez que estavam todas as tribos reunidas em marcha para Canaã, ali estava a família alargada com um mesmo objetivo; entrar em Canaã.
Todo o período da caminhada no deserto, foi um período que Deus usou para moldar as famílias em um novo padrão de vida, pois eles traziam consigo todos os costumes do Egito. Deus não podia fazer entrar na terra da promessa um povo misturado como estava Israel. A geração do presente versículo que estamos estudando, somente dois entraram na terra prometida; Josué e Calebe. Ouve um grande desvio do povo, ao ponto que Deus jurou que estes não entrariam na terra prometida, preparando assim uma outra geração, e essa geração era a geração do tempo presente, e as que estavam chegando, uma vez que a geração que estava passando a quem Deus tinha tirado da terra do Egito, não foi digna de entrar na terra que manava leite e mel. Eis o grande perigo de não ajuntar o povo, fazer ouvir a palavra para que temam, e transmitam esses ensinamentos as futuras gerações.
A gerações do tempo presente que somos nós, precisamos preocupar com a família, que não chama apenas família alargada, mas sim, como pequenos grupos familiares que somos nós; pais e filhos que vivem debaixo de um mesmo teto, onde compartilhamos de um mesmo sentimento e de uma mesma esperança.
2 – Família Patriarcal
Ao estudarmos esse grupo familiar, não podemos confundir com a família alargada. Na família alargada temos uma clã que gira em torno de até a quarta geração. No entanto a família Patriarcal, nós vemos o pai como senhor de toda a família alargada. Pelo sistema de familiar patriarcal, todos somos filhos de Abrão através da promessa, ainda somos filhos de Davi pela promessa da vinda do Messias cumprida em Cristo; “Cristo filho d Davi da raiz de Gesse”.
A igreja é composta dessas duas famílias e ainda da família endógama que vamos estudar dentro deste capitulo.
No livro do Gênesis a raiz da família patriarcal a qual podemos julgar que pertencemos por herança, Gn. 12.2 “ Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma benção” V.3 “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra
Aqui aprendemos grandes verdades que vem de uma família patriarcal:
A – Abençoarei os que te abençoarem
O pai da família é o abençoador, porém essa benção requer participação de quem vai ser abençoado. Os requisitos que Deus deu a Abraão foi que, todos os que abençoassem a ele seriam abençoados. Eu posso traduzir essa benção imputada a Abraão como sendo um respeito digno de honra ao patriarca.
A igreja como família patriarcal, ela tem a quem temer; O Patriarca por excelência, chamado Jesus de Nazaré, nele serão benditas todas as famílias da presente geração
3 – A família Endógama
A família endógama se preocupa não se misturar com o mundo, e não dividir a herança com o mundo, ou seja: dá-se a preferência ao casamento de parentes consangüíneos, preservando desta forma a integridade do patrimônio. É interessante isso; preservar a integridade do patrimônio. O casamento com pessoas de outras famílias trariam conseqüências na separação da herança. Um casamento misto comprometia essa integridade (Inteireza moral, retidão, imparcialidade). Um belo exemplo encontramos na vida de Isaque, quando Abraão mandou o Servo ir buscar a noiva para Isaque, Gn. 24 vejamos alguns requisitos:
a- V.4 – Mas que ira a minha terra e a minha parentela
b- V.4 – E daí tomaras mulher para meu filho.
Agora vamos estudar o que Abraão preservava para as famílias futuras, diante da grande promessa que Deus tinha feito a ele, abrir mão para que Isaque contraísse núpcias com mulher que não fosse de sua parentela, era cair na falta de integridade com Deus. Olha o Exemplo que ele deixa Gn 24.7b ( .... e que me falou e que me jurou: À tua semente darei está terra....”.
Queridos; Deus tem promessas grandes para a família que vive debaixo da graça de Deus, porem, consentir que o casamento seja feito foram da parentela cristã é comprometer a nossa integridade com Deus e dividir a herança com o mundo. Nesse particular a Bíblia fala do julgo desigual.
Na família endógama, não admiti o casamento misto, pois alem da preservação do patrimônio que é a benção de Deus sobre a nossa vida, estaremos comprometendo a integridade de nossa fé para com aquele que cremos.
Contudo, queremos alerta que na família endógama antiga, era tolerado o casamento entre irmãos, porém em nosso tempo isso não é permitido.
4 – A Família patrilinear
Nessa família o pai é quem determina (atribuição e domínio) do filho
5 – A família patrilocal
Nessa família , todos residem na casa da família do homem. Ainda existe em algumas culturas e até mesmo em nosso pais, esse tipo de família.
6 – A família polígama
Apesar das varias referencias Bíblicas de homens que tiveram mais que uma mulher no antigo testamento, em nosso tempo é terminantemente proibido. Pois a nossa lei só faz um casamento em papel, para que haja o segundo é necessário a separação de corpos, chamado de divorcio.
Outrossim, é repugnante para a família cristã uma separação, e essa culminada com o divorci
III – A FAMILIA E A GERAÇÃO QUE ESTÁ PASSANDO
1 – A família da terceira idade
Essa é a geração do exemplo, da dignidade, a geração conservadora dos bons costumes da igreja. Essa idade segundo a OMS – “Organização Mundial da Saúde”, começa entre os 60e 65 anos de idade; para os cientistas, ela começa aos 65 anos ; para outros a aposentadoria deve ser o referencial para determinar a terceira idade. Porém, para mim, a terceira idade chega quando Sepultamos os nossos sonhos.
É possível encontrar pessoas aos Cinqüenta anos, já vivendo a terceira idade. Pessoas que por razões diversas deixaram de lutar pela vida.
O envelhecimento, não é uma questão de idade cronológica, mas um estado de vida que determinamos viver.
A vida é um presente de Deus. Viver ela é desfrutar de algo glorioso; contudo, sabemos que vamos morrer, uma vez que há uma sentença para homem desde a queda do Éden, conforme o registro Bíblico de Rm 6.23 “.. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna”.
Eu não podia deixar de comentar com muito respeito esse ponto de nosso estudo, principalmente o que vamos descrever agora: Tenho visitado algumas pessoas considerada geração que está passando, e fico alarmado com que vemos de certos abandono de pessoas idosos por irmãos de nossa igreja, parece impossível, mas existe em nosso meio pessoas que até se dizem obreiros, sentado no púlpito, e que vive uma vida digna e confortável, porem, os pais morram no fundo do terreno, em estado precário. Se fossemos analisarmos, o cachorro de estimação vive melhor do que seus pais. Eu não estou escrevendo o que me contaram, mas sim o que vi no inicio dedes ano de 2005, em um domingo que sai para fazer um certo trabalho. Não foi apenas um lar, mas vários. Há idosos filhos de membro de nossas igreja, que se for denunciado para a assistência social, ou outro órgão, poderá até pagar por isso muito caro.
A Bíblia sagrada, livro dos livros, nos dado grandes lições, nos informando que os idosos devem ser trados com dignidade e respeito. O lha que expressão maravilhosa que Levíticos registra: Lv 19.32 “ Diante das cãs te levantarás, e honra a face do velho, e terás temor do teu Deus: eu sou o Senhor”. Sabe o que é isso cãs? A bíblia na linguagem de hoje traduz assim: “Fiquem de pé na presença de pessoas idosas e as tratem com todo respeito. Foi o próprio Deus que proferir está palavras, pois cabelo branco antes do uso da tinta, era considerado honroso e digno de respeito.
uma verdadeira coroa: .Pv 16.31 “Coroa de honra são as cãs, achando se elas no caminho da Justiça”. Cãs Símbolo de beleza: Pv 20.29 “O ornato do jovem é a sua força; e a beleza dos velhos, as cãs”.
2 – Essa é a geração que demonstra sabedoria
A geração que está passando, é uma geração de entendimento e sabedoria. Negar isso é uma negligência; Jó 12.12 “ Com o idoso está a sabedoria, e na abundancia de dias, o entendimento”.
Na acusação contra Jó, Eliú teve medo de levantar e falar porque era o mais novo, vejamos: Jó 32.6 e 7 “ E respondeu Eliú, filho de Baraquel, o buzita,: Eu sou de menos idade, e vós sois idosos; arreceei-me e temi de vos declarar a minha opinião. Dizia eu: Falem os dias, e a multidão dos anos ensine a sabedoria”.
Não quero generalizar, mas a maior parte de nossa juventude, não respeita mais os idosos, mas os tratam com destém , como pessoa sem valor.
O que seria de uma igreja composta somente de família jovens? Uma igreja onde todos os pastores fossem jovens, sem nenhuma experiência ministerial e familiar no cotidiano? Com certeza essa igreja seria uma falácia. Pois ainda que existe muitos pastores jovens, mas sempre atrás deste há um ancião.
Quando Deus chamou Moisés para libertar Israel do Egito, ele não era um jovenzinho inexperiente, já tinha aprendido a lição com Deus, e muito menos Arão. Moisés já contava Oitenta anos, e Arão Oitenta e três anos. Ex. 7.7.
Moisés já tinha constituído família, conhecia o que era ter um lar, sabia o que era governar uma família.
Muitas igrejas perdem suas estruturas doutrinarias e as vezes certos departamentos fracassam, por falta de família madura na liderança.
Um jovem com dirigente da mocidade pode ter grande existo na organização, mas poderá fracassar quanto a autoridade de aconselhamento.
3 – Geração que está passando, é uma geração de destaque
Segundo a Bíblia, os anciões sempre desempenhavam um papel de destaque. Biblicamente falando, o ancião é um homem velho, ou um idoso respeitável. Esses homens não eram descartáveis, ou desprezados, ao contrario,a bíblia e a história destaca o papel importante que eles desempenhavam.
No caminho do deserto, Moisés foi orientado por Deus à escolher setenta anciões de Israel, para auxilia-lo, Nr. 11.16 “ Disse o Senhor a Moisés: Ajunta-me setenta anciões de Israel, de quem sabes que são anciões do povo e seus oficiais; e trarás perante a tenda da congregação, e ali se porão contigo”.
Na igreja primitiva, lá estavam os anciões, conforme At. 14.23 “ E ,havendo-lhes por comum consentimento eleito anciãos em cada igreja, orando com jejum, os encomendaram ao Senhor em quem haviam cridos”.
Com foi no Antigo Testamento e na igreja primitiva, assim devem ser recebidos, respeitados e considerados, todos aqueles que compõe a família que está passando, mandamento este deixado aos Ef. 6.1-3 “ Vós, filhos, sede obediente vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra o teu pai e atua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem,e vivas muito tempo sobre a terra”.
4 – A viúva: A importância dessa geração que passa
As viúvas desde o antigo testamento, sempre foram alvos de zelo pelo o nosso Deus. Neste pequeno estudo vamos conhecer alguma coisa muito especial com relação as viúvas que podem serem úteis em nossas igrejas, uma vez que as mesmas não são pessoas comum, mas que possuem um grande ministério que pode ser exercido na casa do Senhor Deus
A VIUVA NAS QUATRO GERAÇÕES
INTRODUÇÃO
É evidente que não podemos aborda esse assunto em uma única geração, pois em todas elas existe e existiu viúvas
O que vamos abordar é o valor dessas abnegadas servas do Senhor, seja ela ainda jovem ou de mais idade, respeitando o direito de livre arbítrio de cada uma, a sua vontade e sua escolha.
I - O CUIDADO COM AS VIUVAS
1 - No Antigo Testamento
Sl 68.5 - Pai do órfão e juiz das viúvas
- Deus Executa juiz em favor das viúvas, cuidando para que elas recebam o alimento e as vestes que lhe façam faltam.
Dt. 10.18 - Faz justiça ao órfão e a viúva
1.A - Nos campos plantados ficavam com as extremidades sem serem colhidos, afim de que as viúvas e outros pudessem virem respigá-los, isto é colher para seus sustento. Dt 24.19-21
2 - No novo Testamento
a - Na comunidade cristã primitiva
- Desde os seus primórdios sempre fez questão de não esquecer das viúvas, que quisessem fazer parte da igreja de Cristo, tanto é que houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus com respeito as suas viúvas que estavam sendo desprezadas no ministério cotidiano, devido o crescimento da igreja primitiva Atos 6.1
- Para tanto foram escolhidos os diáconos para cuidar das viúvas Atos 6.3
- Uma recomendação de Paulo a Timóteo em I Tm 5.3 "Honrai as viúvas que verdadeiramente são viúvas"
b - Jesus honrou uma viúva
- Em Lc 21. 2-4. Jesus faz um elogio a um viúva que dá tudo de seu sustento para a obra do Senhor.
- Logo entendemos que uma viúva nunca é demasiadamente pobre para não contribuir na casa de Deus.
II - VIÚVA COM UM MINISTÉRIO
1 - Persevere na oração de Dia e de noite
- I Tm 5.9 - "Não seja inscrita senão viúva que conte ao menos sessenta anos de idade, tenha sido esposa de um só marido"
- Porque sessenta anos? Por que, na Antigüidade uma pessoa era considerada velha a partir desta idade.
- Para alguns teólogos, essas inscritas senão viúva eram constituído como uma espécie de "Ordem das viúvas", das quais se esperavam uma dedicação a oração e as boas obras.
2 - Como objeto de caridade
- A viúva precisava ser aprovada com testemunho de boas obras, esta prática antes de se candidatar a receber benefícios da igreja e entrar na prática do ministério
3 - Como exemplo de idoneidade
- A viúva deveria ter criado filhos, porque sem duvida as viúvas ajudavam a criar os filhos órfão da comunidade, que era um preocupação importante da igreja primitiva.
- A viúva deveria ter exercido a hospitalidade, isto é , deveria ter hospedado em sua casa os missionários, os profetas, os pregadores e mestres itinerante que eram numerosos.
- Deveria ter lavado os pés dos santos, sinal de humildade e submissão
- Lavar os pés era um sinal de cortesia para os cansados viajor, executado pelo mais humilde escravo de uma casa.
- Assim sendo, não só acarretava em apenas hospitalidade, mas também em preparação para abnegação e serviços humildes.
- As viúvas deveriam ter socorrido os tribulados:
Deus ainda conta com essas mulheres que para muitos é um fardo na igreja , mas elas são de grande valia na obra do senhor, precisamos saber recolher nossas viúvas e entender como elas são úteis para o serviço do mestre em plena rancada final da igreja na face da terra
III - VIÚVA VIGILANTE
1- Um princípio ser seguido
- A vigilância deve ser sempre constante na vida de uma serva do Senhor Jesus
- No ministério dos apóstolos, encontramos um referencia quanto à idade. ITm 5.9 - Nunca seja inscrita viúva com menos de sessenta anos e que tenha sido mulher de um só marido.
a - Isso implica numa vigilância muito grande por parte de viúva na igreja: Mulher de um só homem. Se ele estivesse mais de um homem na vida não era digna de estar na Ordem das viúvas conforme estudamos anteriormente, isso era para manter a seriedade que esta ordem exigia.
b - Isso também implica como sendo as viúvas: I Tm 5.1, Mães para as moças, como irmã, em toda pureza
c - Uma mulher viúva jovem na comunidade dos antigos, era recomendável casar-se, devido o deleite da vida, e isso tornava condenável conforme : I Tm 5.6 "Mas a que vive em deleite, vivendo está morta". Leia ainda os texto do versículo 11 a 14. Logo então aprendemos porque da viúva vigilante. Ainda aprendemos neste mesmo capitulo versículo cinco: “ Ora, a que é verdadeiramente viúva e desamparada, espere em Deus e persevere de dia e de noite”. Vigilância completa na ordem das viúva. Que Deus levante mulheres como estas viúvas em nossas igrejas para ser mais uma das colunas que a igreja precisa
2 - Conselheira hábil
- Paulo faz uma recomendação muito especial a essas irmãs do passado, mas que tem um efeito nos dias atuais, vejamos: I Tm 5.4 - Mas se alguma viúva tiver filhos ou netos aprenda primeiro a exercer piedade para com a sua própria família"
- O obra de Deus tem lugar para todos independente de idade, cor, sexo, posição financeira e social, mas uma coisa é essencial, habilidade para exercer o ministério o qual Deus nos chamou.
- Queira Deus que as irmãs que são viúva conserve a pureza e a beleza de uma vida casta perante Deus, porém, se isso não for possível, ore a Deus para que lhe de um companheiro segundo a direção do Espírito Santo, porque uma vez viúva está livre para contrair nova núpcias. Assim não haverá espaço para o inimigo de nossas almas operar no seio da igreja de Cristo que é a noiva eleita.
CONCLUSÃO
Esperamos que este pequeno estudo venha enriquecer a vida não só de nossas irmãs, mas da igreja que tem uma responsabilidade em cuidar das mais carentes principalmente nos dias difícil que estamos atravessando, numa sociedade muito individualista, onde o eu prevalece.
A família nas quatro gerações que estudamos, é composta desses diverso grupos que estão inseridas nas mais diversas culturas em todo o mundo.
O Conceito da família é universal, a fé praticada deveria ser de um mesmo modelo para todas, porem, não é assim. Como estudamos o importante é descobrir que tipo de adoração se praticava em cada época, sem nos preocuparmos com o seu estilo de vida, sua cultura, seus costumes e suas doutrinas.
Ao concluir mais esta apostila, espero ter ajudado de alguma forma, os nossos queridos leitores, bem como aqueles que ouviram em alguns cultos quando ministravam esse estudo.
Que Deus nos ajude. Oremos pelas família e busquemos aquelas que precisam de nossa ajuda.
Amém, Amém
Pb. Jaime Bergamim
Campina Grande Do Sul – Paraná – Brasil
Corrigido
Texto Bíblico
Gn. 2.2.24
Sl. 128.4-6
INTRODUÇÃO
A família é muito mais amplo do que aquilo que conhecemos. A família atual não é diferente da do Antigo testamento, mudando apenas em alguns aspectos.
A influência do contexto cultural, as vezes pode mudar alguns aspectos, mas nunca a sua finalidade.
Neste estudo nós vamos estudar as família em quatro gerações; A geração passada, a geração presente incluindo a geração que está chegando e a geração que está passando.
Nunca devemos esquecer que se há temas que nunca perdem atualidade, sem dúvida um deles é a família .
Essa instituição chamada família, no fim do século XX sofreu profundas mudanças, alias, ela sempre sofreu profundas mudanças e transformações ao longo de toda a história da humanidade, refletindo a nossa imagem de família.
I – A FAMÍLA NA GERAÇÃO PASSADA
1 – Os dois gêneros de texto completamente sobre a família, na geração
passado.
a- Texto mítico (devoto ou religioso) para a geração passada
Temos nestes texto, como por exemplo, Gn cp 01 e 02, tempo da narração da historia religiosa da criação e formação da primeira família. No entanto no capitulo quatro de Gênesis, nós vemos o principio da constituição familiar, com a existência já do casal, e nascimento de de Caim e Abel.
Esse tempo remonta a 4000 anos que abrange a vida semi-nómoda, tempo esse que não existia o estado, não existiu as organizações como atual, ou mesmo algumas do tempo passado, onde a agricultura era sedentária ( sem muito êxito, lenta).
Nesse período nós encontramos a família na geração passada que dava o primeiro passo para as futuras famílias que em Hb é mishpahah, significando: tribo, clã ou povos,( ver Js 7.14-18) dando assim o que chamamos hoje de famílias organizadas.
A família na geração passada era inteiramente patriarcal. O pai era o senhor absoluto, decidindo até mesmo se o filho deveria viver ou não nos casos de desobediência, Lv 20.9 ; Pv 20.20 e Ex21.15. Especialmente o Texto de Ex. 21.15 que Diz: O que ferir seu pai e sua mãe certamente morrerá.
Todavia podemos aqui dizer com certeza que a família foi de suma importância na organização das sociedades do Antigo testamento
b- Texto de legislação para a geração passada
Os textos de legislação são os texto que tratam das Leis, o seja, propriamente dito os Dez Mandamentos, que prescrevem determinados comportamentos em que deveria viver a família, uma vez que os Dez mandamentos foi dados como lei para regimento da nação. Embora que nem todo os Dez Mandamento se refere propriamente a família.
Ao longo do tempo e em cada época alguns dos texto bíblico foi alterado ao que se considerava aceitável ou não, sendo que em cada época o povo de Israel encontrava maneira diferente de estruturar a família, não se trata de nós hoje de simplesmente copiarmos esses modelos, como se fosse eternamente válido para nossos dias.
É interessante agora, procurarmos saber como em cada época e em cada modelo de família se procurava servir a fé em Deus, isso sim, é o bastante para conhecermos a verdadeira estrutura família na geração passada.
O Seu modelo de fé, no obstante, deve ser o modelo para as demais famílias em todas as épocas, não desprezando as leis legislativa, tanto nos padrões bíblicos como nos padrões do Estado, uma vez que infringirmos uma lei estaremos cometendo pecado, desde que essa lei esteja dentro de um comportamento ético e moral ela é perfeitamente aceitável como regra e conduta de uma organização Estadual ou Federal. Como poderíamos afirma que a família é a base da sociedade se não vivermos em harmonias com as leis que a rege? Isso seria um absurdo.
Condições que nos ajudam a entender a legislação No AT.
Conceito de pai na legislação da família passada:
A Palavra “Ab” é termo para estudo profundo, ele é usado para referir não semente ao pai, mas também ao avô e aos antepassados notáveis, como por exemplo, Pai Abraão, filho de Davi, raiz de Gesse.
O pai cumpria as obrigações sacerdotais. Religião e a família estavam amarradas com as mesmas fibras da Lei de Deus e da Legislação. Como acontecia em outros grupos humanos ao redor, entre os hebreus o pai além de sacerdote, era aquele que vigiava as relações entre as pessoas de sua casa e Deus, Jó 1.5.
Conceito da Fertilidade
A - Era considerada a essência da promessa divina ao povo de Deus, nesse caso o que dizia a lei que legislava esse conceito? Se um homem casado morria sem deixar filhos, seu irmão tinha a obrigação de casar com a viúva a fim de dar continuidade a descendência do irmão falecido, Dt. 25.5-10. Essa legislação obrigava a perpetuação da família e a memória do falecido
B – A mulher estéril podia dar sua escrava ao marido, para que essa desse filho ao marido, Gn. 30.1-13. Isso era perfeitamente aceitável dentro da legislação da família no passado, no entanto isso não se pactua como sendo uma lei divina, mas a legislação da época dava esse direito, o que era tolerado por Deus dentro da cultura da época.
Outrossim, a esterilidade no conceito da família antiga, era considerado como maldição, por esse motivo, toda mulher desejava ser mãe, como nós vemos no caso de Ana conforme o registro de Sm 1.1-8.
Ainda em nossos dias a chegada de um filho é festejado por toda a família, principalmente quando é o primeiro filho do casal.
O Lar sem filho é encarado com que falta algo, e isso traz uma certa infelicidade para o casal, não quer dizer que o casal não é feliz, o que queremos dizer, é que o filho completa a felicidade do casal.
O belo exemplo de Elcana, quando disse a Ana: I Sm. 1.8 “Não te sou eu melhor do que dez filhos?
Feliz é a esposa que por alguns motivos alheios a sua vontade, não pode ter filhos, mas que tem um esposo compreensivo, tal como Elcana.
Em nosso tempo a esterilidade é encarado pelo povo cristão sem nenhum problema quanto a sua comunhão com Deus, o que no passado era diferente, mas a graça de Cristo nos remiu de toda maldição. Podemos ser feliz, mesmo com a madre cerrada. Porém, se você não se sente feliz dessa forma, e a medicina diz que não tem jeito, busque de Deus solução, aconselhe com o seu pastor quanto a outras alternativas, como por exemplo, adotar uma criança, o que não tão simples como muitos pensam.
C – As crianças estavam inseridas na família como aliança de Deus com Israel.
1- O menino era circuncidado ao oitavo dia de vida
2- As crianças eram instruídas na Lei pelo pai no cotidiano do lar, Dt. 6.4-9
3- As crianças participavam nas celebrações da páscoa, sem nenhum problema, bem com as demais festividades religiosas
4- A obediência era ponto primordial aos pais e aos mestres
5- A disciplina como base da hierarquia, era imposta pela vara e o castigo corporal para disciplinar a criança – Pv 13.24 e Pv 22.15.
Observação:
Queremos aqui fazer uma alerta quanto ao uso da vara. A palavra expressa como castigar em PV 13.24, refere sim, como: advertir, admoestar, fazer sofre, aplicar castigo, dar castigo. Em outra versão encontramos a palavra fustigar com a vara. A palavra fustigar, tem sentido de açoitar, castigar, maltratar, estimular e excitar, porém, o maior sentido para a correção da criança com amor e carinho quer dizer: Bater com algo flexível que não deixe hematomas ou machas, isso é afugentar.
D – A condição da mulher na família passada
A mulher tinha poucos privilégios ou quase nada, tanto em sociedade como em família
1 – A solteira vivia sob a tutela do pai ou de um guardião
2 – Era tratada como prenda de valor, sendo comprada pelo seu futuro
esposo.
3 – Poderia ser vendida como escravas – Ex. 21.7 – Se alguém vender
Sua filha por serva, não sairá como saem os servos
4 – Por normas só os filhos do sexo masculino poderia receber herança,
o filho mais velho tinha direito da maior porção.
E – Acordo nupcial
No compromisso nupcial, o casal trocavam anéis ou braceletas, contrato esse firmado entre duas testemunhas
- A moça era paga
- Em troca o pai da noiva dava um dote, que poderia ser serventes, presentes ou dinheiro.
Conceito gerais na família passada
A pesar de ser uma família patriarcal, há texto bíblicos que mostra tanto o pai quanto a mãe em um mesmo plano; Gn 1.26-27 - na criação e perpetuação da raça, Ex 20.12 – a honra ao pai e mãe, Jz. 5.7 – “Até que me levantei por mãe em Israel”.A juíza que se levantou por mãe a Israel (Débora), Pv. 1.8 – Ouvi a doutrina do pai, e não deixar a correção da mãe, Pv. 6.20 – Ouvi o mandamento do pai e não deixar a lei da mãe.
No entanto meus amados, na família passada ouvem desvio da fé, tanto quanto temos em nossos dias. Muitos profetas do Antigo Testamento levantaram a voz para fazer o povo de Deus voltar a uma relação familiar bem sucedida, como parte integrante de seu compromisso com Deus.
A família passada, os seus bons exemplos devem ser seguidos pela demais famílias em todas as gerações
II – A FAMÍLIA NA GERAÇÃO PRESENTE
Junto com a família na geração presente, está incluído a geração que esta chegando.
Na família da Geração passada, poderíamos ter estudado as Seis característica da família hebraica, ou da família do Antigo Testamento, no entanto não vamos deixar passar por desapercebido, pois vamos considerar as vantagens dessas seis características na famílias presente, que é a família atual.
Nós, ou eu em particular, creio que a família presente perdeu muitas das suas características, tanto espiritual quanto material, valendo observar que são valores importantes foram perdendo ao longo dos tempos, mas que poderemos reavê-los, uma vez que os princípios bíblico não alteraram, e nem perderam o seu valor.
No antigo testamento ou geração passada, nós encontramos seis característica da família, que são: Uma família alargada (clã), uma família patriarcal, a família endógama, a família patrilinear, a família patrilocal, e a família polígama. Todas essas família formavam a família patriarcal.
1 - A família alargada, ou clã
Essa família trata-se de uma atividade econômica, que incluía escravos e assalariados, dessa família fazia parte dezenas e até centenas de pessoas que residiam numa ou vários aldeias. Entre os membros desta família praticava a solidariedade.
Como incluir a família presente no quadro de família alargada: Vejamos como isso enquadra num princípio puramente cristão.
a- A solidariedade deve ser a marca registrada de todos os salvos.
Paulo escrevendo aos nossos irmão de Efésios 2.19 – “Assim que já não sois estrangeiros, mas concidadãos santos e família de Deus”.
Nesta família chamada família de Deus, o amor é o principio duradouro e conservador da família alargada, onde não pode haver discriminação, não pode haver desunião, onde a solidariedade,ou seja, compartilhar do sofrimento do irmão faz parte de vida de cada um que compõe a família dos Santos, e família de Deus.
A família atual precisa compreender que a fonte principal de seu êxito está no amor que vive um para com os outros, baseado na união cristã que nos foi revelado na cruz pelo sangue de Cristo.
O livro dos Salmos 133.1 “Hó quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”, e no Salmo 100.1, todos são convidados a louvar o Senhor. “Celebrai com jubilo ao Senhor, todos os moradores da terra”.
Nós dissemos no inicio desse capitulo, que a família atual perdeu alguns valores, mas que podemos reavê-los”:
b- Vivam em união
Viver em união é um valor que algumas famílias atuais perderam. Lares em desavenças, onde o pai não entende o filho, o marido não entende a esposa e a esposa não entende o filho. Parecem até que estão vivendo num inferninho debaixo de um teto chamado lar. Esse valor precisa ser resgatado a qualquer custo, pois a falta de união tem sido a causa de muitas desavenças na família que quase sempre termina com a separação dos cônjuges.Com isso a família alargada perde duas vezes: primeiro desfazendo a estrutura do lar, e segundo a estrutura da família de Deus composta por membros em todas tempos e lugares, línguas, povos, etnias e culturas. Não importa a cultura que essa família vive, o importante é que o amor, a união e a solidariedade estejam presente.
c- Percas materiais da família alargada, nos tempos atuais l
Como observamos que essa família no Antigo testamento formava uma clã, tendo em vista a família patriarcal, onde o pai era absoluto. Nos dias que vivemos isso parece ser antiquadro, porque o pai perdeu essa autoridade sobre a família, onde o individualismo está imperando. Quase sempre o pai é o último a ser consultado, sendo ele o senhor do lar. O individualismo em que as pessoas formam para si, trouxe falta de submissão ao senhor do lar, e esse o pai.
O individualismo deve ser combatido com a palavra de Deus, conforme registrado em Dt. 4.10b – “......Ajunta me este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, e apreendê-las-ão, para me temerem todos os dias que na terra viverem, e as ensinarão a seus filhos.
Três princípios precisamos observar aqui para acabarmos com o individualismo.
1- Ajunta me este povo
Esse ajuntamento trata sim de uma reunião onde todos estarão unidos, num só pensamento. Nesse ajuntamento haverá um propósito, é disso que a família atual precisa. Reunião familiar, diálogo franco. Sem ajuntamento os princípios da família alargada perdiam no tempo, pois toda as vezes que Israel distanciou do Senhor, os efeitos foram funestos.
O pecado só será extirpado do meio da família quando houver ajuntamento da parte de Deus. Js. 7.16 – “Então, se levantou Josué de madrugada a fez chegar Israel (ajuntou) segundo as suas tribos ...”.
Se alguma coisa esta errado em sua família, ajunta-os para uma reunião de oração, para uma palavra. Com certeza Acã estava disperso quando cometeu tamanho erro.
2 – Ouvir as minhas palavras, e aprendê-las
Depois de ajuntado, o segundo passo é fazer ouvir a palavra de Deus. O pai de família o sacerdote do lar, deve ser instrutor do filhos e da família de um modo geral. O maior erro hoje é não termos tempo para ajuntar e fazer ouvir a palavra de Deus.
3 – Para me temerem todos os dias
O temor do Senhor é o princípio da sabedoria (ciência). Na casa de Deus, nós temos a família alargada que deve está reunida ou ajuntada, para ouvir, para temer a Deus. A Primeira família do cristianismo a receber o batismo com Espírito Santo está registrada em Atos 2.1 onde diz: “Estavam todos reunidos no mesmo lugar.
Nós temos tempo para tudo, menos para reunirmos com a família. Quando não se reuni, não há comunhão, se não há comunhão, não há ensinamento para temor. Deus está em busca de famílias temente.
4 – As ensinarão a seus filho.
A Moisés coube reunir o povo e ensinar. Havia ali uma grande família, uma vez que estavam todas as tribos reunidas em marcha para Canaã, ali estava a família alargada com um mesmo objetivo; entrar em Canaã.
Todo o período da caminhada no deserto, foi um período que Deus usou para moldar as famílias em um novo padrão de vida, pois eles traziam consigo todos os costumes do Egito. Deus não podia fazer entrar na terra da promessa um povo misturado como estava Israel. A geração do presente versículo que estamos estudando, somente dois entraram na terra prometida; Josué e Calebe. Ouve um grande desvio do povo, ao ponto que Deus jurou que estes não entrariam na terra prometida, preparando assim uma outra geração, e essa geração era a geração do tempo presente, e as que estavam chegando, uma vez que a geração que estava passando a quem Deus tinha tirado da terra do Egito, não foi digna de entrar na terra que manava leite e mel. Eis o grande perigo de não ajuntar o povo, fazer ouvir a palavra para que temam, e transmitam esses ensinamentos as futuras gerações.
A gerações do tempo presente que somos nós, precisamos preocupar com a família, que não chama apenas família alargada, mas sim, como pequenos grupos familiares que somos nós; pais e filhos que vivem debaixo de um mesmo teto, onde compartilhamos de um mesmo sentimento e de uma mesma esperança.
2 – Família Patriarcal
Ao estudarmos esse grupo familiar, não podemos confundir com a família alargada. Na família alargada temos uma clã que gira em torno de até a quarta geração. No entanto a família Patriarcal, nós vemos o pai como senhor de toda a família alargada. Pelo sistema de familiar patriarcal, todos somos filhos de Abrão através da promessa, ainda somos filhos de Davi pela promessa da vinda do Messias cumprida em Cristo; “Cristo filho d Davi da raiz de Gesse”.
A igreja é composta dessas duas famílias e ainda da família endógama que vamos estudar dentro deste capitulo.
No livro do Gênesis a raiz da família patriarcal a qual podemos julgar que pertencemos por herança, Gn. 12.2 “ Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma benção” V.3 “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra
Aqui aprendemos grandes verdades que vem de uma família patriarcal:
A – Abençoarei os que te abençoarem
O pai da família é o abençoador, porém essa benção requer participação de quem vai ser abençoado. Os requisitos que Deus deu a Abraão foi que, todos os que abençoassem a ele seriam abençoados. Eu posso traduzir essa benção imputada a Abraão como sendo um respeito digno de honra ao patriarca.
A igreja como família patriarcal, ela tem a quem temer; O Patriarca por excelência, chamado Jesus de Nazaré, nele serão benditas todas as famílias da presente geração
3 – A família Endógama
A família endógama se preocupa não se misturar com o mundo, e não dividir a herança com o mundo, ou seja: dá-se a preferência ao casamento de parentes consangüíneos, preservando desta forma a integridade do patrimônio. É interessante isso; preservar a integridade do patrimônio. O casamento com pessoas de outras famílias trariam conseqüências na separação da herança. Um casamento misto comprometia essa integridade (Inteireza moral, retidão, imparcialidade). Um belo exemplo encontramos na vida de Isaque, quando Abraão mandou o Servo ir buscar a noiva para Isaque, Gn. 24 vejamos alguns requisitos:
a- V.4 – Mas que ira a minha terra e a minha parentela
b- V.4 – E daí tomaras mulher para meu filho.
Agora vamos estudar o que Abraão preservava para as famílias futuras, diante da grande promessa que Deus tinha feito a ele, abrir mão para que Isaque contraísse núpcias com mulher que não fosse de sua parentela, era cair na falta de integridade com Deus. Olha o Exemplo que ele deixa Gn 24.7b ( .... e que me falou e que me jurou: À tua semente darei está terra....”.
Queridos; Deus tem promessas grandes para a família que vive debaixo da graça de Deus, porem, consentir que o casamento seja feito foram da parentela cristã é comprometer a nossa integridade com Deus e dividir a herança com o mundo. Nesse particular a Bíblia fala do julgo desigual.
Na família endógama, não admiti o casamento misto, pois alem da preservação do patrimônio que é a benção de Deus sobre a nossa vida, estaremos comprometendo a integridade de nossa fé para com aquele que cremos.
Contudo, queremos alerta que na família endógama antiga, era tolerado o casamento entre irmãos, porém em nosso tempo isso não é permitido.
4 – A Família patrilinear
Nessa família o pai é quem determina (atribuição e domínio) do filho
5 – A família patrilocal
Nessa família , todos residem na casa da família do homem. Ainda existe em algumas culturas e até mesmo em nosso pais, esse tipo de família.
6 – A família polígama
Apesar das varias referencias Bíblicas de homens que tiveram mais que uma mulher no antigo testamento, em nosso tempo é terminantemente proibido. Pois a nossa lei só faz um casamento em papel, para que haja o segundo é necessário a separação de corpos, chamado de divorcio.
Outrossim, é repugnante para a família cristã uma separação, e essa culminada com o divorci
III – A FAMILIA E A GERAÇÃO QUE ESTÁ PASSANDO
1 – A família da terceira idade
Essa é a geração do exemplo, da dignidade, a geração conservadora dos bons costumes da igreja. Essa idade segundo a OMS – “Organização Mundial da Saúde”, começa entre os 60e 65 anos de idade; para os cientistas, ela começa aos 65 anos ; para outros a aposentadoria deve ser o referencial para determinar a terceira idade. Porém, para mim, a terceira idade chega quando Sepultamos os nossos sonhos.
É possível encontrar pessoas aos Cinqüenta anos, já vivendo a terceira idade. Pessoas que por razões diversas deixaram de lutar pela vida.
O envelhecimento, não é uma questão de idade cronológica, mas um estado de vida que determinamos viver.
A vida é um presente de Deus. Viver ela é desfrutar de algo glorioso; contudo, sabemos que vamos morrer, uma vez que há uma sentença para homem desde a queda do Éden, conforme o registro Bíblico de Rm 6.23 “.. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna”.
Eu não podia deixar de comentar com muito respeito esse ponto de nosso estudo, principalmente o que vamos descrever agora: Tenho visitado algumas pessoas considerada geração que está passando, e fico alarmado com que vemos de certos abandono de pessoas idosos por irmãos de nossa igreja, parece impossível, mas existe em nosso meio pessoas que até se dizem obreiros, sentado no púlpito, e que vive uma vida digna e confortável, porem, os pais morram no fundo do terreno, em estado precário. Se fossemos analisarmos, o cachorro de estimação vive melhor do que seus pais. Eu não estou escrevendo o que me contaram, mas sim o que vi no inicio dedes ano de 2005, em um domingo que sai para fazer um certo trabalho. Não foi apenas um lar, mas vários. Há idosos filhos de membro de nossas igreja, que se for denunciado para a assistência social, ou outro órgão, poderá até pagar por isso muito caro.
A Bíblia sagrada, livro dos livros, nos dado grandes lições, nos informando que os idosos devem ser trados com dignidade e respeito. O lha que expressão maravilhosa que Levíticos registra: Lv 19.32 “ Diante das cãs te levantarás, e honra a face do velho, e terás temor do teu Deus: eu sou o Senhor”. Sabe o que é isso cãs? A bíblia na linguagem de hoje traduz assim: “Fiquem de pé na presença de pessoas idosas e as tratem com todo respeito. Foi o próprio Deus que proferir está palavras, pois cabelo branco antes do uso da tinta, era considerado honroso e digno de respeito.
uma verdadeira coroa: .Pv 16.31 “Coroa de honra são as cãs, achando se elas no caminho da Justiça”. Cãs Símbolo de beleza: Pv 20.29 “O ornato do jovem é a sua força; e a beleza dos velhos, as cãs”.
2 – Essa é a geração que demonstra sabedoria
A geração que está passando, é uma geração de entendimento e sabedoria. Negar isso é uma negligência; Jó 12.12 “ Com o idoso está a sabedoria, e na abundancia de dias, o entendimento”.
Na acusação contra Jó, Eliú teve medo de levantar e falar porque era o mais novo, vejamos: Jó 32.6 e 7 “ E respondeu Eliú, filho de Baraquel, o buzita,: Eu sou de menos idade, e vós sois idosos; arreceei-me e temi de vos declarar a minha opinião. Dizia eu: Falem os dias, e a multidão dos anos ensine a sabedoria”.
Não quero generalizar, mas a maior parte de nossa juventude, não respeita mais os idosos, mas os tratam com destém , como pessoa sem valor.
O que seria de uma igreja composta somente de família jovens? Uma igreja onde todos os pastores fossem jovens, sem nenhuma experiência ministerial e familiar no cotidiano? Com certeza essa igreja seria uma falácia. Pois ainda que existe muitos pastores jovens, mas sempre atrás deste há um ancião.
Quando Deus chamou Moisés para libertar Israel do Egito, ele não era um jovenzinho inexperiente, já tinha aprendido a lição com Deus, e muito menos Arão. Moisés já contava Oitenta anos, e Arão Oitenta e três anos. Ex. 7.7.
Moisés já tinha constituído família, conhecia o que era ter um lar, sabia o que era governar uma família.
Muitas igrejas perdem suas estruturas doutrinarias e as vezes certos departamentos fracassam, por falta de família madura na liderança.
Um jovem com dirigente da mocidade pode ter grande existo na organização, mas poderá fracassar quanto a autoridade de aconselhamento.
3 – Geração que está passando, é uma geração de destaque
Segundo a Bíblia, os anciões sempre desempenhavam um papel de destaque. Biblicamente falando, o ancião é um homem velho, ou um idoso respeitável. Esses homens não eram descartáveis, ou desprezados, ao contrario,a bíblia e a história destaca o papel importante que eles desempenhavam.
No caminho do deserto, Moisés foi orientado por Deus à escolher setenta anciões de Israel, para auxilia-lo, Nr. 11.16 “ Disse o Senhor a Moisés: Ajunta-me setenta anciões de Israel, de quem sabes que são anciões do povo e seus oficiais; e trarás perante a tenda da congregação, e ali se porão contigo”.
Na igreja primitiva, lá estavam os anciões, conforme At. 14.23 “ E ,havendo-lhes por comum consentimento eleito anciãos em cada igreja, orando com jejum, os encomendaram ao Senhor em quem haviam cridos”.
Com foi no Antigo Testamento e na igreja primitiva, assim devem ser recebidos, respeitados e considerados, todos aqueles que compõe a família que está passando, mandamento este deixado aos Ef. 6.1-3 “ Vós, filhos, sede obediente vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra o teu pai e atua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem,e vivas muito tempo sobre a terra”.
4 – A viúva: A importância dessa geração que passa
As viúvas desde o antigo testamento, sempre foram alvos de zelo pelo o nosso Deus. Neste pequeno estudo vamos conhecer alguma coisa muito especial com relação as viúvas que podem serem úteis em nossas igrejas, uma vez que as mesmas não são pessoas comum, mas que possuem um grande ministério que pode ser exercido na casa do Senhor Deus
A VIUVA NAS QUATRO GERAÇÕES
INTRODUÇÃO
É evidente que não podemos aborda esse assunto em uma única geração, pois em todas elas existe e existiu viúvas
O que vamos abordar é o valor dessas abnegadas servas do Senhor, seja ela ainda jovem ou de mais idade, respeitando o direito de livre arbítrio de cada uma, a sua vontade e sua escolha.
I - O CUIDADO COM AS VIUVAS
1 - No Antigo Testamento
Sl 68.5 - Pai do órfão e juiz das viúvas
- Deus Executa juiz em favor das viúvas, cuidando para que elas recebam o alimento e as vestes que lhe façam faltam.
Dt. 10.18 - Faz justiça ao órfão e a viúva
1.A - Nos campos plantados ficavam com as extremidades sem serem colhidos, afim de que as viúvas e outros pudessem virem respigá-los, isto é colher para seus sustento. Dt 24.19-21
2 - No novo Testamento
a - Na comunidade cristã primitiva
- Desde os seus primórdios sempre fez questão de não esquecer das viúvas, que quisessem fazer parte da igreja de Cristo, tanto é que houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus com respeito as suas viúvas que estavam sendo desprezadas no ministério cotidiano, devido o crescimento da igreja primitiva Atos 6.1
- Para tanto foram escolhidos os diáconos para cuidar das viúvas Atos 6.3
- Uma recomendação de Paulo a Timóteo em I Tm 5.3 "Honrai as viúvas que verdadeiramente são viúvas"
b - Jesus honrou uma viúva
- Em Lc 21. 2-4. Jesus faz um elogio a um viúva que dá tudo de seu sustento para a obra do Senhor.
- Logo entendemos que uma viúva nunca é demasiadamente pobre para não contribuir na casa de Deus.
II - VIÚVA COM UM MINISTÉRIO
1 - Persevere na oração de Dia e de noite
- I Tm 5.9 - "Não seja inscrita senão viúva que conte ao menos sessenta anos de idade, tenha sido esposa de um só marido"
- Porque sessenta anos? Por que, na Antigüidade uma pessoa era considerada velha a partir desta idade.
- Para alguns teólogos, essas inscritas senão viúva eram constituído como uma espécie de "Ordem das viúvas", das quais se esperavam uma dedicação a oração e as boas obras.
2 - Como objeto de caridade
- A viúva precisava ser aprovada com testemunho de boas obras, esta prática antes de se candidatar a receber benefícios da igreja e entrar na prática do ministério
3 - Como exemplo de idoneidade
- A viúva deveria ter criado filhos, porque sem duvida as viúvas ajudavam a criar os filhos órfão da comunidade, que era um preocupação importante da igreja primitiva.
- A viúva deveria ter exercido a hospitalidade, isto é , deveria ter hospedado em sua casa os missionários, os profetas, os pregadores e mestres itinerante que eram numerosos.
- Deveria ter lavado os pés dos santos, sinal de humildade e submissão
- Lavar os pés era um sinal de cortesia para os cansados viajor, executado pelo mais humilde escravo de uma casa.
- Assim sendo, não só acarretava em apenas hospitalidade, mas também em preparação para abnegação e serviços humildes.
- As viúvas deveriam ter socorrido os tribulados:
Deus ainda conta com essas mulheres que para muitos é um fardo na igreja , mas elas são de grande valia na obra do senhor, precisamos saber recolher nossas viúvas e entender como elas são úteis para o serviço do mestre em plena rancada final da igreja na face da terra
III - VIÚVA VIGILANTE
1- Um princípio ser seguido
- A vigilância deve ser sempre constante na vida de uma serva do Senhor Jesus
- No ministério dos apóstolos, encontramos um referencia quanto à idade. ITm 5.9 - Nunca seja inscrita viúva com menos de sessenta anos e que tenha sido mulher de um só marido.
a - Isso implica numa vigilância muito grande por parte de viúva na igreja: Mulher de um só homem. Se ele estivesse mais de um homem na vida não era digna de estar na Ordem das viúvas conforme estudamos anteriormente, isso era para manter a seriedade que esta ordem exigia.
b - Isso também implica como sendo as viúvas: I Tm 5.1, Mães para as moças, como irmã, em toda pureza
c - Uma mulher viúva jovem na comunidade dos antigos, era recomendável casar-se, devido o deleite da vida, e isso tornava condenável conforme : I Tm 5.6 "Mas a que vive em deleite, vivendo está morta". Leia ainda os texto do versículo 11 a 14. Logo então aprendemos porque da viúva vigilante. Ainda aprendemos neste mesmo capitulo versículo cinco: “ Ora, a que é verdadeiramente viúva e desamparada, espere em Deus e persevere de dia e de noite”. Vigilância completa na ordem das viúva. Que Deus levante mulheres como estas viúvas em nossas igrejas para ser mais uma das colunas que a igreja precisa
2 - Conselheira hábil
- Paulo faz uma recomendação muito especial a essas irmãs do passado, mas que tem um efeito nos dias atuais, vejamos: I Tm 5.4 - Mas se alguma viúva tiver filhos ou netos aprenda primeiro a exercer piedade para com a sua própria família"
- O obra de Deus tem lugar para todos independente de idade, cor, sexo, posição financeira e social, mas uma coisa é essencial, habilidade para exercer o ministério o qual Deus nos chamou.
- Queira Deus que as irmãs que são viúva conserve a pureza e a beleza de uma vida casta perante Deus, porém, se isso não for possível, ore a Deus para que lhe de um companheiro segundo a direção do Espírito Santo, porque uma vez viúva está livre para contrair nova núpcias. Assim não haverá espaço para o inimigo de nossas almas operar no seio da igreja de Cristo que é a noiva eleita.
CONCLUSÃO
Esperamos que este pequeno estudo venha enriquecer a vida não só de nossas irmãs, mas da igreja que tem uma responsabilidade em cuidar das mais carentes principalmente nos dias difícil que estamos atravessando, numa sociedade muito individualista, onde o eu prevalece.
A família nas quatro gerações que estudamos, é composta desses diverso grupos que estão inseridas nas mais diversas culturas em todo o mundo.
O Conceito da família é universal, a fé praticada deveria ser de um mesmo modelo para todas, porem, não é assim. Como estudamos o importante é descobrir que tipo de adoração se praticava em cada época, sem nos preocuparmos com o seu estilo de vida, sua cultura, seus costumes e suas doutrinas.
Ao concluir mais esta apostila, espero ter ajudado de alguma forma, os nossos queridos leitores, bem como aqueles que ouviram em alguns cultos quando ministravam esse estudo.
Que Deus nos ajude. Oremos pelas família e busquemos aquelas que precisam de nossa ajuda.
Amém, Amém
Pb. Jaime Bergamim
Campina Grande Do Sul – Paraná – Brasil
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